quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

NÃO DESISTA NUNCA

Irmão, Deus sabe a luta que você está passando, é preciso que você não desista e que não deixe a incredulidade assumir o controle da suas atitudes. Continue firme na fé evangélica (Fl.1:27c), e saiba que no tempo certo a vitória virá, mesmo que não seja como você espera. Tudo continua a ter o seu tempo determinado por Deus, como diz Eclesiastes 3.

TUDO tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu. Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou; Tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar; Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar; Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar; Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de lançar fora; Tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar; Tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz.” Ecl.3:1-8.

Se você tem andado na obediência a Deus,não importa o tempo que você está vivendo, se de plantar ou se de colher; se de chorar ou de rir... o que importa é que Deus está no controle da sua vida. Isso sim importa, pois Ele sabe o que é melhor para nós, seus filhos.

Nosso compromisso deve ser somente com Deus e Sua Palavra (que não se contradizem). Creio que se mantivermos uma vida de santidade, buscando separar o precioso do vil, retirar de nossa vida a prática do pecado, e decididamente caminharmos na direção do Varão Perfeito, que é Jesus, o Senhor estará conosco, nos guardando, nos sustentando nas lutas, nas decepções, na angústia... e na alegria, na vitória, nos milagres, nos livramentos...

Mas nós precisamos fazer a escolha por obedecê-lo, conforme nos orienta na Sua Palavra, a Bíblia.

Muitos por andar longe da obediência, da oração, da Palavra... acabam não conseguindo identificar o tempo que estão vivendo e chegam a acusar ao Senhor por não abençoá-los, sendo ele seu filho.

Qual o tempo você está vivendo hoje? Se você tem vivido dias maus, lembre-se: o tempo muda, a bênção do Senhor virá sobre você. Se você tem vivido dias bons, então continue a plantar coisas boas, para a colheita ser boa, plante obediência e colha bênçãos, pois está escrito: “o que o homem plantar, isso colherá” Tg.6:7b.

Novamente te digo irmão: Deus sabe a luta que você está passando, não desista e não deixe a incredulidade assumir o controle da suas atitudes.
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SAUL E A FEITICEIRA DE EN-DOR

1.Antes do encontro.
O motivo que levou esse rei a recorrer à “medium”, “mãe de santo”, “macumbeira”, pessoa que consultava os mortos para resolver o seu problema, é o mesmo motivo que leva hoje milhões de brasileiros a buscarem uma solução para os seus problemas no espiritismo, apesar de Saul saber que Deus não admitia esse procedimento.

Foi o desespero a causa principal, pois os inimigos de Israel, os filisteus, estavam prestes a atacar os israelitas, e quando viu o acampamento dos seus inimigos, com seu aparato militar, “foi tomado de medo, e muito se estremeceu o seu coração” (v.5). Após ter-lhe sido recusada a resposta divina foi que ele então procurou a médium.

Saul estava desesperado, perturbado espiritualmente, porque Deus não lhe respondia de forma alguma, nem por sonhos, nem por Urim, nem por profetas. Em outras palavras, o Senhor não lhe respondeu nem pessoalmente (por sonhos), nem através do sacerdotes (Urim) – os responsáveis pela intercessão do povo diante de Deus – e nem pelos profetas, os instrumentos de Deus para revelar sua vontade aos homens.

Antes da morte de Samuel, Saul havia desterrado os médiuns e os advinhos, porém quando Saul procurou a “médium”, Samuel já estava morto (1Sm.25:1). Deus o rejeitara, pois o Espírito de Deus já havia se afastado dele, conforme 1 Sm.16:14.

2. O encontro com a feiticeira.
O capítulo 28 trata da suposta sessão espírita, em que o rei estava desesperado, atormentado, com urgência, porque os filisteus estavam próximos e o rei Saul sabia que era pecado, desobediência a Deus, consultar pessoas envolvidas com feitiçaria, espiritismo e consulta aos mortos, (Ex.22:18; 1Sm.28:3). Foi como se Saul dissesse: “Se Deus não me responde, então o diabo vai me responder”. E ele fez isso. O texto de 1Sm.28:7-25, que narra detalhadamente a sessão espírita, foi escrita por uma testemunha ocular, alguém que viu o que se passou naquele “terreiro”, (vs.7-8). Provavelmente, tenha sido um servo de Saul, que o levou lá e acreditava no poder da “mãe de santo” e sabia muito bem onde ela poderia ser encontrada. Portanto, provavelmente os fatos da sessão espírita foram registrados por alguém que não era temente a Deus. Assim Saul apelou à medium de En-Dor como o último recurso de um desesperado, em flagrante violação de uma lei divina que ele mesmo anteriormente procurava cumprir.
A própria médium sentiu-se receosa quando descobriu a identidade de Saul, que se apresentara a ela disfarçado. Depois de o rei ter-lhe assegurado que nenhum mal lhe aconteceria, a mulher deu início à sessão, evocando a presença de Samuel a pedido de Saul. É necessário notar que o rei não viu o pretenso Samuel que se manifestou na ocasião (vs.13).

3. Descrevendo a sessão.
Durante a sessão espírita, em momento algum, a Bíblia diz que o rei Saul viu com os seus próprios olhos, o “profeta Samuel”, como afirma a Bíblia: “Entendendo Saul que era Samuel...” Quando ele perguntou à mulher: “que vês?”, ela respondeu: “Vejo um deus (outra tradução possível: fantasma) que sobe da terra” (vs.13). Insatisfeito com a resposta, ele inquiriu novamente: “Como é a sua figura?”, ao que ela respondeu: “vem subindo um ancião, e está envolto numa capa”. A narrativa bíblica diz então que “entendendo Saul que era Samuel, inclinou-se com o rosto em terra e se prostou” (vs.14). Saul deduziu que o vulto que subia da terra, ao qual ele não via, era o profeta Samuel.

Assim como acontece numa sessão espírita, o médium fala como se fosse a própria pessoa falecida, as pessoas não conseguem ver, mas somente ouvir a voz do espírito que fala por intermédio da médium. No caso por exemplo de Chico Xavier, ninguém ouve nem vê, mas simplesmente recebe a mensagem psicografada, ou seja, escrita.

4. Analisando as profecias de “Samuel”.
A profecia do falso Samuel, isto é, o que iria acontecer na vida de Saul foi clara, como se vê no vs.19: “o Senhor entregará também a Israel contigo na mão dos filisteus, e amanhã tu e teus filhos estareis comigo; e o acampamento de Israel o Senhor entregará na mão dos filisteus”. Esta profecia não se cumpriu na íntegra, conforme passaremos a observar; Saul não foi entregue nas mãos dos filisteus; ele se suicidou (31:4) e seu corpo foi recolhido do campo de batalha pelos moradores de Jabes-Gileade (1Sm.31:11-13).

Também não morreram todos os filhos de Saul – este tinha seis filhos e três deles sobreviveram. Morreram na batalha Jônatas, Abinadabe e Malquisua (2Sm.31:8-10; 21:8). Esses fatos tornam essa profecia uma flagrante contradição com o testemunho divino a respeito de Samuel, pois está escrito que “o Senhor era com ele, a nenhuma das suas palavras deixou cair em terra” (1 Sm.3:19). É claro, portanto, que não foi Samuel quem se manifestou em En-Dor. Tudo não passou de uma fraude ou de artimanha de um espírito maligno.

5. Saul e Samuel no mesmo lugar?
O suposto Samuel disse a Saul, “... amanhã tu e teus filhos estareis comigo” (1Sm.28:19). Saul ao morrer, não foi para o mesmo lugar onde estava o verdadeiro Samuel, pois este se encontrava no paraíso, no sheol, conforme prometido por Deus em sua palavra àqueles que o temem (cf. Lc.16:19-31). Sobre o rei Saul, entretanto, foi pronunciado o juízo divino: na Bíblia encontra-se explicitada a causa de sua morte.

“Assim morreu Saul por causa da sua transgressão cometida contra o senhor, por causa da palavra do Senhor, a que ele não guardara; e também porque interrogara e consultara uma necromante” (1Sm.10:13).

6. Conclusão
Admitir-se que o profeta Samuel apareceu naquela sessão espírita e conversou com o rei Saul é negar a moral de Deus. Se o Espírito do Senhor se afastara do rei Saul, se Deus não lhe respondera mais, ou seja, Deus não lhe respondia pelos meios legais, e se o profeta Samuel nunca mais o procurou até o dia em que faleceu, (1Sm.15:35), será que o nosso Deus permitiria que Samuel falasse com Saul numa sessão espírita proibida por Ele, e através de “mãe de santo”, uma “médium”?

A desobediência sempre traz o juízo divino. A consulta aos mortos é proibida por Deus (Dt.18:9-12) e qualquer tentativa de se estabelecer contato com eles é desobediência aos preceitos de Deus, e suas trágicas consequências não se farão esperar.
Leia Isaías 8:19-20 e Números 23:19.

( Extraído: Instituto Cristão de Pesquisas – internet)
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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

MORTA: A IGREJA OU EU?

- Ah, eu não perco tempo de ir àquela igreja não. Ela é morta. Quero ir aonde aconteça alguma coisa, disse certa senhora. De certo modo, nós todos partilhamos de sentimentos assim. Algumas igrejas estão mortas. Mas se estão é porque os crentes estão mortos. Numa igreja onde houver um crente vivo, a igreja não estará totalmente morta. E se este crente se tornar avivado, ele pode se tornar uma chama, pelo poder de Deus, e revitalizar a igreja. E o crente que fizer isso talvez esteja demonstrando uma espiritualidade mais profunda do que a daquele crente impaciente que vai procurar outra igreja, onde esteja “acontecendo” alguma coisa.

Talvez seja bom analisarmos um pouco, mais detalhadamente, essa ânsia hoje tão comum de ir para outra igreja, onde está “acontecendo” alguma coisa. Em alguns casos, essa mudança é válida, quando é Deus quem a orienta. Mas precisamos estar certos de que é Deus mesmo quem está determinando, e não somos nós que estamos querendo fugir de um proble-ma, impulsionados por um imaturo desejo de busca de emoções fortes.

A verdadeira pergunta que devemos fazer é a seguinte: o que deveria estar acontecendo na igreja? O mais importante nisso tudo é experimentar a presença de Deus. Existe por aí muito “barulho” emocional que não é operado por Deus, nem é evidência da presença Dele. É coisa da carne, gerada, organizada e manipulada por homens. Mas a verdadeira consciência da presença de Deus, geralmente, é muito silenciosa. Há uma sensação de profundo respeito, reverência e alegria santa. Sentimos que não estamos num piquenique, mas pisamos terra santa. Não se trata de um divertimento, mas de uma experiência de alma. Quanto mais profundo e terrível for o sentimento da presença de Deus, menos disposição teremos para risos e atitudes levianas. Quando uma igreja é invadida pelo sentimento da presença de Deus, até os pecadores o percebem.

O sentimento da presença de Deus é acompanhado de um consciente e deliberado espírito de adoração. Em todos os cultos, as pessoas deveriam apenas adorar a Deus, deveriam louvar e orar de maneira que demonstrem quem Deus realmente é. Ele é quem deve ser exaltado, e não os homens, que talvez estejam na direção dos trabalhos da igreja. Não devemos ir à igreja para ver o que está acontecendo. E não devemos ficar sentados pensando no que será que vai acontecer em seguida. Não devemos ser meros assistentes, mas verdadeiros adoradores. Não estamos ali à busca de diversão, mas em busca de Deus. Em muitas dessas igrejas “trepidantes”, a maioria dos que ali se encontram é constituída de “assistentes”. São pessoas que estão apenas em busca de curiosidades, novidades e até shows. Os que fazem o “acontecimento” são uns poucos. O povo que ali está constitui uma platéia e não um corpo. Pode ser que muita coisa “aconteça” sem que realmente se realize um culto.

Outra coisa que é uma experiência correta, numa igreja biblicamente viva, é a fiel e ungida pregação da Palavra de Deus. Foi isso que Deus determinou. As pessoas que desejam apenas sensações, que no fundo têm medo da verdade e preferem os fogos de artifício da emoção, logicamente vão se sentir entediadas com a pregação simples da Palavra. Quando falam em “acontecer” não estão pensando em ouvir a pregação. Mas aí é que fica demonstrada sua superficialidade. Deus está em sua Palavra. Ele colocou bem no centro de seu método de operação a pregação da Palavra. E se a pregação é bíblica, preparada com um estudo cuidadoso da Bíblia, e se acha impregnada de verdades, e dinamizada pela oração e pelo Espírito Santo, não existe nada mais poderoso que ela. Aí é que está a verdadeira ação! Nas profundezas das almas estão ocorrendo maravilhosas transformações. Os pecadores estão sendo despertados; crentes estão sendo edificados para entrarem numa santificação do coração; os crentes mais consagrados estão se fortalecendo espiritualmente. Que outros “acontecimentos” poderiam ser mais importantes do que esses maravilhosos efeitos da ação do Senhor?

Por fim tudo que se passa numa igreja deve dar como resultado um viver mais santo. Se isso não acontecer, a exuberância religiosa não passa de mera fanfarra. A verdadeira prova a que se deve submeter a espiritualidade de uma igreja é a da conduta ética, não a do seu êxtase. O que conta não são os gritos de uma igreja, mas o modo como vivemos a vida, nos momentos em que sofremos atritos nessa caminhada. O que “acontece” numa igreja deve frutificar em lares mais felizes, melhor relacionamento entre as pessoas, e um testemunho mais coerente perante nossos vizinhos e colegas. O que acontece na igreja deve extrapolar as paredes do templo e se tornar uma força que poderá transformar sua comunidade para Deus.

Richard S. Taylor
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VIRADA DE ANO














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quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

MORRER É PRECISO

Num artigo muito interessante, Paulo Angelim, que é arquiteto, pós-graduado em Marketing, dizia mais ou menos o seguinte:

"Nós estamos acostumados a ligar a palavra morte apenas à ausência de vida e isso é um erro. Existem outros tipos de morte e precisamos morrer todo dia. A morte nada mais é do que uma passagem, uma transformação. Não existe planta sem a morte da semente, não existe embrião sem a morte do óvulo e do esperma, não existe borboleta sem a morte da lagarta, isso é óbvio! A morte nada mais é do que o ponto de partida para o início de algo novo.
É a fronteira entre o passado e o futuro. "

Se você quer ser um bom universitário, mate dentro de você o secundarista aéreo que acha que ainda tem muito tempo pela frente.

Quer ser um bom profissional? Então mate dentro de você o universitário descomprometido que acha que a vida se resume a estudar só suficiente para fazer as provas.

Quer ter um bom relacionamento, então mate dentro de você o jovem inseguro ou ciumento ou o solteiro solto que pensa poder fazer planos

sozinho, sem ter que dividir espaços, projetos e tempo com mais nínguém.

Enfim, todo processo de evolução exige que matemos o nosso "eu" passado,

inferior.

E, qual o risco de não agirmos assim?

O risco está em tentarmos ser duas pessoas ao mesmo tempo, perdendo o nosso foco, comprometendo nossa produtividade e, por fim, prejudicando nosso sucesso.

Muitas pessoas não evoluem porque ficam se agarrando ao que eram, não se projetam para o que serão ou desejam ser.

Elas querem a nova etapa, sem abrir mão da forma como pensavam ou como agiam.

Acabam se transformando em projetos acabados, híbridos, adultos "infantilizados".

Precisamos manter as virtudes de criança que também são necessárias a nós, adultos, como:
brincadeira, sorriso fácil, vitalidade, criatividade etc.

Então, o que você precisa matar em si ainda hoje para que nasça o ser que você tanto deseja ser ?

Pense nisso e morra!
Mas, não esqueça de nascer melhor ainda!

"O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem". Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis."

Fernando Pessoa
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DEUS COMO DIABO E O DIABO COMO DEUS

Dependendo do que a pessoa tiver na mente, que igreja freqüenta, e, sobretudo, de como se fundamenta a sua fé, se na Palavra de Deus ou nas doutrinas dos homens, descobriremos que grande parte do que nós chamamos “meu problema”, quase sempre deveria ser chamado apenas de “meu desejo”.

O fato é que o Evangelho mesmo, sozinho, sem “igreja” e sem “doutrinação moral”, jamais poderia fazer mal a ninguém.

E mais: sem os “pastores-lobos” ou os “pastores-perdidos”, nenhu-ma pregação do Evangelho criará nada na pessoa que não seja vida e paz.

Porém o uso errado do Evangelho, misturado com toda essa confusão de “igreja”, adoece a alma tanto ou mais que uma boa macumba, posto que tudo seja feito em nome de Jesus, o que faz com que a alma se perturbe mais do que quando pratica a mentira em nome do diabo. Macumba faz menos mal à mente do que uma crença cristã sem Deus.

Sim! Pois na macumba ninguém vai pensando em bondade ou em Deus. Lá tudo é como é; ou seja: existe a franqueza do objetivo maldoso e manipulador.

É melhor lidar com o diabo como diabo do que com o diabo como “Deus”, que é o que acontece na crença cristã sem Deus, sem Jesus e sem Evangelho. Digo isto porque pior do que o diabo é “Deus” como diabo.

Ora, a maioria dos crentes, na prática, lida com “Deus” como diabo e com o diabo como “Deus”.

“Deus” como diabo porque o “Deus” de muitos crentes é tão cheio de venetas malucas e perversas como um diabo.

Diabo como “Deus” porque o diabo de muitos crentes é, na prática, em geral mais poderoso do que o nosso Deus.

Assim, o “crente” segue oprimido por “Deus” e pelo diabo; e mais: pelo “diabo” dos “crentes”, que é mais poderoso do que o diabo real.

Ora, a maior dificuldade do Evangelho no coração dos crentes viciados em “Deus” como diabo e no diabo como “Deus” está no fato de que eles não sabem fazer a diferença.

Sim! Deus e o diabo se parecem muito na cabeça desses “crentes”.

Na maioria das vezes o que distingue um do outro é apenas o discurso, pois, na prática, eles, “Deus e o diabo”, se parecem muito.

Ora, tal ambigüidade e ambivalência em Deus e no diabo é o que faz a devoção dos crentes um exercício de medo e pânico.

Por isto os “crentes” não gostam de silencio, nem de quietude e nem de culto sem muita agitação, pois, no silencio mora a indefinição entre “Deus” e o “diabo”.

Se você não entendeu ainda nada, digo:

Quando você se converter entenderá então tudo o que estou dizendo e verá tudo com extrema clareza.

Até lá, todavia, fica a dúvida, a qual eu provoco em você na intenção de ver se sua mente fica livre do “Deus/diabo” e do “diabo/Deus”.

Pense nisto!

caiofabio.com.br

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EU POSSO SER SERVO


PORQUE NÃO EU?


As pessoas que Jesus chamou para andar perto dele, não eram os milionários da sua época e nem os grandes líderes religiosos existentes nas sinagogas, não eram políticos expressivos e nem autoridades de alto escalão do governo, eram homens comuns, com seus erros e falhas, mas que tinham em suas vidas algo que atraiu o olhar e a atenção de Jesus sobre eles (disposição de estar servindo) independente de suas limitações...

ABRAÃO era velho demais;

CAIM foi um assassino;

JOSÉ era um sonhador;

JACÓ era um mentiroso;

MOISÉS tinha um problema de gagueira;

GIDEÃO estava com medo;

SANSÃO tinha cabelo comprido,e era um mulherengo!;

RAABE era uma prostituta!;

JEREMIAS e TIMÓTEO eram jovens demais;

DAVI teve um romance extra-conjugal e foi um assassino;

ISAIAS pregou pelado;

JONAS fugiu de Deus;

faliu;

JOÃO BATISTA comia gafanhotos;

PEDRO negou a Cristo;

PAULO era um grande perseguidor dos cristãos.;

MATEUS era cobrador de impostos;

Os DISCIPULOS caíram no sono enquanto oravam.;

JUDAS traiu Jesus com um beijo;

MARTA se preocupava com tudo;

A MULHER SAMARITANA tinha se divorciado ...mais de uma vez!

ZAQUEU era pequeno demais;

LÁZARO estava morto;

TOMÉ era um homem de pouca fé;

PORQUE NÃO EU?!

Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes; E Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são;

I Co.1:27-28
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