O peixe – símbolo de Cristo. No início do cristianismo, em tempos de perseguição, o peixe era o sinal que circulava entre os cristãos para representar o Salvador. É que as iniciais da palavra peixe na língua grega – IXTYS – explicavam quem era Jesus: Jesus Cristo, Filho de Deus Salvador. Em tempos de perseguição e na cultura grega da época fazia sentido. Hoje estamos longe dessa realidade e isso dificulta a compreensão do símbolo.
Tenho uma admiração ilimitada por John Stott, como professor, pregador e líder, e como alguém de quem me alegro por poder chamar de amigo. John Stott, hoje com cerca de 85 anos, vive em uma casa de repouso no sul da Inglaterra. Contudo, sua mensagem continua clara. Segue a mensagem (Tornando-nos Semelhantes a Cristo) que ele trouxe nesse verão, na convenção de Keswick, na Inglaterra. O estilo e o conteúdo são típicos de Stott: bíblicos, reflexivos, desafiadores. Vale a pena ler e reler!
Leighton Ford
Mensagem de John Stott em Keswick Dr. John Stott — “O Paradigma: Tornando-nos mais Semelhantes a Cristo”. Sermão pregado na Convenção de Keswick em 17 de julho de 2007.
Lembro-me muito claramente de que há vários anos, sendo um cristão ainda jovem, a questão que me causava perplexidade (e a alguns amigos meus também) era esta: Qual é o propósito de Deus para o seu povo? Uma vez que tenhamos nos convertido, uma vez que tenhamos sido salvos e recebido vida nova em Jesus Cristo, o que vem depois? É claro que conhecíamos a famosa declaração do Breve Catecismo de Westminster: “O fim principal do homem é glorificar a Deus, e gozá-lo para sempre”. Sabíamos disso e críamos nisso. Também refletíamos sobre algumas declarações mais breves, como uma de apenas sete palavras: “Ama a Deus e ao teu próximo”.
Mas de algum modo, nenhuma delas, nem outra que pudéssemos citar, parecia plenamente satisfatória. Portanto, quero compartilhar com vocês o entendimento que pacificou minha mente à medida que me aproximo do final de minha peregrinação neste mundo. Esse entendimento é: Deus quer que seu povo se torne semelhante a Cristo. A vontade de Deus para o seu povo é que sejamos conformes à imagem de Cristo.
Sendo isso verdade, quero propor o seguinte: em primeiro lugar, demonstrarmos a base bíblica do chamado para sermos conformes à imagem de Cristo; em segundo, extrairmos do Novo Testamento alguns exemplos; em terceiro, tirarmos algumas conclusões práticas a respeito. Tudo isso relacionado a nos assemelharmos a Cristo.
Então, vejamos primeiro a base bíblica do chamado para sermos semelhantes a Cristo. Essa base não se limita a uma passagem só. Seu conteúdo é substancial demais para ser encapsulado em um único texto. De fato, essa base consiste de três textos, os quais, aliás, faríamos muito bem em incorporar conjuntamente à nossa vida e visão cristã: Romanos 8:29, 2 Coríntios 3:18 e 1 João 3:2. Vamos fazer uma breve análise deles. Romanos 8:29 diz que Deus predestinou seu povo para ser conforme à imagem do Filho, ou seja, tornar-se semelhante a Jesus.
Todos sabemos que Adão, ao cair, perdeu muito — mas não tudo — da imagem divina conforme a qual fora criado. Deus, todavia, a restaurou em Cristo. Conformar-se à imagem de Deus significa tornar-se semelhante a Jesus: O propósito eterno de predestinação divina para nós é tornar-nos conformes à imagem de Cristo. O segundo texto é 2 Coríntios 3:18: “E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito”. Portanto é pelo próprio Espírito que habita em nós que somos transformados de glória em glória — que visão magnífica!
Nesta segunda etapa do processo de conformação à imagem de Cristo, percebemos que a perspectiva muda do passado para o presente, da predestinação eterna de Deus para a transformação que ele opera em nós agora pelo Espírito Santo. O propósito eterno da predestinação divina de nos tornar como Cristo avança, tornando-se a obra histórica de Deus em nós para nos transformar, por intermédio do Espírito Santo, segundo a imagem de Jesus.
Isso nos leva ao terceiro texto: 1 João 3:2: “Amados, agora, somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que haveremos de ser. Sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque haveremos de vê-lo como ele é”. Não sabemos em detalhes como seremos no último dia, mas o que de fato sabemos é que seremos semelhantes a Cristo. Não precisamos saber de mais nada além disso. Contentamo-nos em conhecer a verdade maravilhosa de que estaremos com Cristo e seremos semelhantes a ele, eternamente.
Aqui há três perspectivas: passado, presente e futuro. Todas apontam na mesma direção: há o propósito eterno de Deus, pelo qual fomos predestinados; há o propósito histórico de Deus, pelo qual estamos sendo transformados pelo Espírito Santo; e há o propósito final ou escatológico de Deus, pelo qual seremos semelhantes a ele, pois o veremos como ele é. Estes três propósitos — o eterno, o histórico e o escatológico — se unem e apontam para um mesmo objetivo: a conformação do homem à imagem de Cristo. Este, afirmo, é o propósito de Deus para o seu povo. E a base bíblica para nos tornarmos semelhantes a Cristo é o fato de que este é o propósito de Deus para o seu povo. Prosseguindo, quero ilustrar essa verdade com alguns exemplos do Novo Testamento.
Em primeiro lugar, creio ser importante que nós façamos uma afirmação abrangente como a do apóstolo João em 1 João 2:6: “Aquele que diz que permanece nele, esse deve também andar assim como ele andou”. Em outras palavras, se nos dizemos cristãos, temos de ser semelhantes a Cristo. Este é o primeiro exemplo do Novo Testamento: temos de ser como o Cristo Encarnado. Alguns de vocês podem ficar horrorizados com essa idéia e rechaçá-la de imediato.“Ora”, me dirão, “não é óbvio que a Encarnação foi um evento absolutamente único, não sendo possível reproduzi-lo de modo algum?”
Minha resposta é sim e não. Sim, foi único no sentido de que o Filho de Deus revestiu-se da nossa humanidade em Jesus de Nazaré, uma só vez e para sempre, o que jamais se repetirá. Isso é verdade. Contudo, há outro sentido no qual a Encarnação não foi um evento único: a maravilhosa graça de Deus manifestada na Encarnação de Cristo deve ser imitada por todos nós. Nesse sentido, a Encarnação não foi única, exclusiva, mas universal. Somos todos chamados a seguir o supremo exemplo de humildade que ele nos deu ao descer dos céus para a terra. Por isso Paulo diz em Filipenses 2:5-8: “Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz”.
Precisamos ser semelhantes a Cristo em sua Encarnação no que diz respeito à sua admirável humildade, uma humilhação auto-imposta que está por trás da Encarnação. Em segundo lugar, precisamos ser semelhantes a Cristo em sua prontidão em servir. Agora, passemos de sua Encarnação à sua vida de serviço; de seu nascimento à sua vida; do início ao fim.
Quero convidá-los a subir comigo ao cenáculo onde Jesus passou sua última noite com os discípulos, conforme vemos no evangelho de João, capítulo 13: “Tirou a vestimenta de cima e, tomando uma toalha, cingiu-se com ela. Depois, deitou água na bacia e passou a lavar os pés aos discípulos e a enxugar-lhos com a toalha com que estava cingido”. Ao terminar, retomou seu lugar e disse-lhes: “Ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. Porque eu vos dei o exemplo” — note-se a palavra — “para que, como eu vos fiz, façais vós também”. Há cristãos que interpretam literalmente esse mandamento de Jesus e fazem a cerimônia do lava-pés em dia de Ceia do Senhor ou na Quinta-feira Santa — e podem até estar certos em fazê-lo. Porém, vejo que a maioria de nós fez apenas uma transposição cultural do mandamento de Jesus: aquilo que Jesus fez, que em sua cultura era função de um escravo, nós reproduzimos em nossa cultura sem levarmos em conta que nada há de humilhante ou degradante em o fazermos uns pelos outros. Em terceiro lugar, temos de ser semelhantes a Cristo em seu amor. Isso me lembra especificamente Efésios 5:2: “Andai em amor, como também Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave”.
Observe que o texto se divide em duas partes. A primeira fala de andarmos em amor, um mandamento no sentido de que toda a nossa conduta seja caracterizada pelo amor, mas a segunda parte do versículo diz que ele se entregou a si mesmo por nós, descrevendo não uma ação contínua, mas um aoristo, um tempo verbal passado, fazendo uma clara alusão à cruz. Paulo está nos conclamando a sermos semelhantes a Cristo em sua morte, a amarmos com o mesmo amor que, no Calvário, altruistamente se doa.
Observe a idéia que aqui se desenvolve: Paulo está nos instando a sermos semelhantes a Cristo na Encarnação, ao Cristo que lava os pés dos irmãos e ao Cristo crucificado. Esses três acontecimentos na vida de Cristo nos mostram claramente o que significa, na prática, sermos conformes à imagem de Cristo. Em quarto lugar, temos de ser semelhantes a Cristo em sua abnegação paciente.
No exemplo a seguir, consideraremos não o ensino de Paulo, mas o de Pedro. Cada capítulo da primeira carta de Pedro diz algo sobre sofrermos como Cristo, pois a carta tem como pano de fundo histórico o início da perseguição. Especialmente no capítulo 2 de 1 Pedro, os escravos cristãos são instados a, se castigados injustamente, suportarem e não retribuírem o mal com o mal. E Pedro prossegue dizendo que para isto mesmo fomos chamados, pois Cristo também sofreu, deixando-nos o exemplo — outra vez a mesma palavra — para seguirmos os seus passos. Este chamado para sermos semelhantes a Cristo em meio ao sofrimento injusto pode perfeitamente se tornar cada vez mais significativo à medida que as perseguições se avolumam em muitas culturas do mundo atual. No quinto e último exemplo que quero extrair do Novo Testamento, precisamos ser semelhantes a Cristo em sua missão.
Tendo examinado os ensinos de Paulo e de Pedro, veremos agora os ensinos de Jesus registrados por João. Em João 17:18, Jesus, orando, diz: “Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo”, referindo-se a nós. E na Comissão, em João 20:21, Jesus diz: “Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio”. Estas palavras carregam um significado imensamente importante. Não se trata apenas da versão joanina da Grande Comissão; é também uma instrução no sentido de que a missão dos discípulos no mundo deveria ser semelhante à do próprio Cristo. Em que aspecto? Nestes textos, as palavras-chave são “envio ao mundo”. Do mesmo modo como Cristo entrou em nosso mundo, nós também devemos entrar no “mundo” das outras pessoas.
É como explicou, com muita propriedade, o Arcebispo Michael Ramsey há alguns anos: “Somente à medida que sairmos e nos colocarmos, com compaixão amorosa, do lado de dentro das dúvidas do duvidoso, das indagações do indagador e da solidão do que se perdeu no caminho é que poderemos afirmar e recomendar a fé que professamos”. Quando falamos em “evangelização encarnacional” é exatamente disto que falamos: entrar no mundo do outro. Toda missão genuína é uma missão encarnacional. Temos de ser semelhantes a Cristo em sua missão. Estas são as cinco principais formas de sermos conformes à imagem de Cristo: em sua Encarnação, em seu serviço, em seu amor, em sua abnegação paciente e em sua missão.
Quero, de modo bem sucinto, falar de três conseqüências práticas da assemelhação a Cristo.
Primeira: A assemelhação a Cristo e o sofrimento. Por si só, o tema do sofrimento é bem complexo, e os cristãos tentam compreendê-lo de variados pontos de vista. Um deles se sobressai: aquele segundo o qual o sofrimento faz parte do processo da transformação que Deus faz em nós para nos assemelharmos a Cristo. Seja qual for a natureza do nosso sofrimento — uma decepção, uma frustração ou qualquer outra tragédia dolorosa —, precisamos tentar enxergá-lo à luz de Romanos 8:28-29. Romanos 8:28 diz que Deus está continuamente operando para o bem do seu povo, e Romanos 8:29 revela que o seu bom propósito é nos tornar semelhantes a Cristo.
Segunda: A assemelhação a Cristo e o desafio da evangelização. Provavelmente você já se perguntou: “Por que será que, até onde percebo, em muitas situações os nossos esforços evangelísticos freqüentemente terminam em fracasso?” As razões podem ser várias e não quero ser simplista, mas uma das razões principais é que nós não somos parecidos com o Cristo que anunciamos. John Poulton, que abordou o tema num livreto muito pertinente, intitulado A Today Sort of Evangelism, escreveu: “A pregação mais eficaz provém daqueles que vivem conforme aquilo que dizem. Eles próprios são a mensagem. Os cristãos têm de ser semelhantes àquilo que falam. A comunicação acontece fundamentalmente a partir da pessoa, não de palavras ou idéias. É no mais íntimo das pessoas que a autenticidade se faz entender; o que agora se transmite com eficácia é, basicamente, a autenticidade pessoal”. Isto é assemelhar-se à imagem de Cristo.
Permitam-me dar outro exemplo. Havia um professor universitário hindu na Índia que, certa vez, identificando que um de seus alunos era cristão, disse-lhe: “Se vocês, cristãos, vivessem como Jesus Cristo viveu, a Índia estaria aos seus pés amanhã mesmo”. Eu penso que a Índia já estaria aos seus pés hoje mesmo se os cristãos vivessem como Jesus viveu. Oriundo do mundo islâmico, o Reverendo Iskandar Jadeed, árabe e ex-muçulmano, disse: “Se todos os cristãos fossem cristãos — isto é, semelhantes a Cristo —, hoje o islã não existiria mais”.
Isto me leva ao terceiro ponto: Assemelhação a Cristo e presença do Espírito Santo em nós. Nesta noite falei muito sobre assemelhação a Cristo, mas será que ela é alcançável? Por nossas próprias forças é evidente que não, mas Deus nos deu seu Santo Espírito para habitar em nós e nos transformar de dentro para fora. William Temple, que foi arcebispo na década de 40, costumava ilustrar este ponto falando sobre Shakespeare: “Não adianta me darem uma peça como Hamlet ou O Rei Lear e me mandarem escrever algo semelhante. Shakespeare era capaz, eu não. Também não adianta me mostrarem uma vida como a de Jesus e me mandarem viver de igual modo. Jesus era capaz, eu não. Porém, se o gênio de Shakespeare pudesse entrar e viver em mim, então eu seria capaz de escrever peças como as dele. E se o Espírito Santo puder entrar e habitar em mim, então eu serei capaz de viver uma vida como a de Jesus”. Para concluir, um breve resumo do que tentamos pensar juntos aqui hoje: O propósito de Deus é nos tornar semelhantes a Cristo. O modo como Deus nos torna conformes à imagem de Cristo é enchendo-nos do seu Espírito. Em outras palavras, a conclusão é de natureza trinitária, pois envolve o Pai, o Filho e o Espírito Santo.
A Nova Era é um movimento de grande alcance, nãosendo apenas uma seita ou crença. Sua ideologia está presente na política, na educação, na medicina, nas religiões orientais, enfim, em tudo o que nos cerca.
Ela compõe-se de várias linhas de pensamento, todas variando dentro de uma ideologia geral, influenciada principalmente pelos princípios espíritas. Seu objetivo é preparar o mundo para aceitar o anticristo.
Não é um movimento organizado por alguém no mundo milenar, mas no mundo espiritual, posto que seu "líder" é o próprio Satanás, que age com a permissão de Deus. Prova disto é que a Bíblia nos fala em II Tessalonissenses 2:1-12 da Operação do Erro, que Deus enviou aos homens, para que se afundem ainda mais na iniquidade que vêm cometendo.
A humanidade chegou ao estágio em que está sofrendo influências de estratégias inteligentemente armadas no mundo espiritual. Ezequiel 28:11-19 nos mostra as raízes históricas do conflito espiritual. Podemos ver que não se trata de um suposto Rei de Tiro, mas de um príncipe celestial, um querubim. Ele foi criado por Deus, que lhe deu autoridade com o objetivo de ser um servo; Deus o criou perfeito, sábio e formoso e o colocou em seu jardim, lhe dando, provavelmente, a função de guardador. Então, um dia, ele corrompeu-se, sua glória lhe subiu à cabeça, querendo, então, tomar o trono de Deus. Instigou uma rebelião (comércio, que parece sugerir que andou entre os anjos para assegurar a fidelidadedeles ao seu programa de rebelião). Foi, em consequência disto, expulso da congregação de Deus e recebeu uma condenação eterna, sem possibilidade de reconciliação. deles ao seu programa de rebelião. Foi, em consequência disto, expulso da congregação de Deus e recebeu uma condenação eterna, sem possibilibilidade de reconciliação.
Isto ocorreu exatamente no espaço entre Gênesis 1:1 e 1:2, quando a Terra sofreu coma queda de Lúcifer e instaurou-se aqui o caos (Isaías 45:18). A Terra foi criada perfeita, e, no entanto, se tornou sem forma e vazia por causa da queda de Satanás. Assim, Satanás tem um peculiar relacionamento com a Terra, visto que para cá veio por determinação/castigo de Deus.
Com sua queda, deixou de ser anjo de luz e passou a ser o adversário, passando a usar o seu poder e sabedoria em proveito próprio. Sendo adversário, seu objetivo passou a ser colocar-se contra os propósitos de Deus, mas não podendo se opôr a ele diretamente, seu alvo se tornou o objeto do amor de Deus, o homem, tentando fazer dele instrumento de oposição ao Altíssimo.
A ira de Satanás foi grande ao se ver substituído pelo homem na guarda do Jardim do Éden, o que lhe causou extremo ciúme, querendo, a partir daí, destruir o homem. (Ele veio roubar, matar e destruir, lembra-se?) Esta destruição ele conseguiu quando induziu o homem a pecar, ficando a criação e o homem sujeitos à ele. Este é o início do conflito espiritual.
A Bíblia, através dos seus relatos sobrea Nova Era e a escatologia traça o futuro deste conflito. É o PLANO do inimigo, elaborado através dos séculos para preparar a entrada em cena do Anticristo.
Os acontecimentos manipulados por Satanás para estabelecer o domínio do Anticristo são os seguintes:
. Nações se unindo em torno da paz (1Ts 5:3);
. Unificação das nações em torno de um governo único (Ap 13:7);
. Grande desenvolvimento da ciência (Dn 12:4);
. Misticismo do homem, grande apostasia (1Tm 4:1);
. Movimento filosófico-religioso que influencie o mundo a abandonar os princípios morais e éticos da Palavra de Deus;
. Inserção no mundo da idéia de que o anticristo é o esperado filho de Deus.
Irmão, não seja ignorante acerca destas coisas. A Palavra de Deus diz que "... Bem-aventurado é aquele que lê e bem-aventurados o que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas, porque O TEMPO ESTÁ PRÓXIMO." (Apocalipse 1:03)
Havia um pai que toda noite quando chegava em casa, seu filho vinha correndo, pulava no seu pescoço, o beijava e dizia que o amava.
Certo dia esse pai chegou em casa e algo estranho aconteceu. Seu filho lhe disse: "Pai não vou mais te esperar chegar do trabalho para te abraçar e beijar, pois não estou recebendo nada em troca".
Essa história mostra como alguns cristãostêm agido com Deus. Só louvam a Deus por interesse. Assim como o filho estava esperando algo em troca, muitos cristãos só adoram na esperança de Deus os abençoar.
Mas o desejo de Deus não é esse. Deus deseja que o amemos, que o adoremos por aquilo que Ele é, e não por aquilo que faz ou fará por nós.
Quando fomos criados, Deus desejava que fossemos para o louvor da Sua glória (Ef.1:12). Mas o que aprendemos pela Bíblia é que o homem pecou, e como conseqüência foi expulso da presença de Deus, e passou a existir uma barreira de inimizade entre ele e Deus.
Quando lemos o início da história da humanidade, percebemos que Deus não criou robôs, mas homens e mulheres dotados de livre escolha. Homens que andando na Sua presença poderiam fazer a escolha certa,escolher adorá-lo na beleza da Sua santidade. Por causa do pecado o homem não pôde fazer a escolha certa, pois só pensava em si próprio.Não poderia mais adorar a Deus, por estar longe Dele, condenado pelo pecado e agora, ser seu inimigo.
Mas em Jesus Cristo Deus nos aproximou Dele, desfazendo
a barreira de inimizade que estava entre nós (Ef.2:13-14). E tudo isso com o objetivo de voltarmos a ser para o louvor da Sua glória.Deus deseja que escolhamos amá-lo e louvá-lo. Nunca seremos forçados a adorá-lo. Deus respeita sua decisão, e nela se alegrará ou se entristecerá.
Você é um adorador? Como tem sido os seus momentos de adoração a Deus? Você tem entrado na sala do trono?
Aproxime-se de Deus, pois aquele que O busca O encontra. Comece a adorá-lo por aquilo que Ele é, e não por aquilo que Ele faz. Comece hoje mesmo a adorá-lo, e verá a diferença.
No final do livro de Jó, contém um testemunho belíssimo. Jó sempre fora um homem temente a Deus, cumpridor da lei, mas Deus não era seu amigo íntimo. Jó o conhecia de ouvir falar, mas depois da experiência que ele passou com Deus, ele podia dizer que conhecia a Deus de uma nova maneira...face a face.
Neste pequeno comentário desejo te convidar a conhecer a Deus da mesma maneira que Jó conheceu. O melhor é que você não precisa experimentar o sofrimento que Jó experimentou. Deus nos deu Jesus Cristo, e por Ele podemos e devemos entrar no Santo dos Santos, na presença de Deus, e ali declarartodo o nosso amor.
Você pode amar ao Senhor. Ele não somente deseja que você o ame, como o amou primeiro, e pelo Seu amor, que foi provado na cruz do calvário, hoje você pode se aproximar Dele, e a cada dia amá-lo mais e mais.
Comece hoje mesmo a fazer a escolha certa, que Adão não fez, seja um VERDADEIRO ADORADOR.
As pessoas que Jesus chamou para andar perto dele, não eram os milionários da sua época e nem os grandes líderes religiosos existentes nas sinagogas, não eram políticos expressivos e nem autoridades de alto escalão do governo, eram homens comuns, com seus erros e falhas, mas que tinham em suas vidas algo que atraiu o olhar e a atenção de Jesus sobre eles(disposição de estar servindo) independente de suas limitações...
ABRAÃO era velho demais;
CAIM foi um assassino;
JOSÉ era um sonhador;
JACÓ era um mentiroso;
MOISÉS tinha um problema de gagueira;
GIDEÃO estava com medo;
SANSÃO tinha cabelo comprido,e era um mulherengo!;
RAABE era uma prostituta!;
JEREMIAS e TIMÓTEO eram jovens demais;
DAVI teve um romance extra-conjugal e foi um assassino;
ISAIAS pregou pelado;
JONAS fugiu de Deus;
JÓ faliu;
JOÃO BATISTA comia gafanhotos;
PEDRO negou a Cristo;
PAULO era um grande perseguidor dos cristãos.;
MATEUS era cobrador de impostos;
Os DISCIPULOS caíram no sono enquanto oravam.;
JUDAS traiu Jesus com um beijo;
MARTA se preocupava com tudo;
A MULHER SAMARITANA tinha se divorciado ...mais de uma vez!
ZAQUEU era pequeno demais;
LÁZARO estava morto;
TOMÉ era um homem de pouca fé;
PORQUE NÃO EU?!
Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes;
E Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são;
Neste mundo nós temos inimigos em comum. A Bíblia nos fala de três inimigos, que de dia e de noite estão agindo para nos destruir. Esses inimigos são: a carne, o mundo e o Diabo. O primeiro é nosso inimigo interior, o segundo exterior e o terceiro espiritual.
A Palavra de Deus nunca nos isentou de lutas. Pelo contrário, ela nos informa acerca dabatalha na qual estamos envolvidos ( consciente ou inconscientemente ).
Cada um desses inimigos tem suas armas de ataque. Assim também nós temos armas para contra-atacar. Vejamos:
A carne. Quando na Bíblia se fala sobre carne, se fala sobre a nossa
natureza caída, pecaminosa, herdada de Adão. Essa natureza pecaminosa nos impede de obedecer a Deus, e nos faz ser desobedientes à Sua vontade. A esse estado de rebeldia ou desobediência, a Bíblia chama de Carne. Esse inimigo tem sua força na nossa tendência em desejarmos fazer a nossa própria vontade, deixando a vontade de Deus de lado.
O mundo. O mundo que nos cerca é formado por pessoas que não se importam com a vontade de Deus, e por isso não a cumprem. A Bíblia nos ensina que o mundo é todo um sistema satânico organizado pelo próprio Satanás para poder satisfazer os desejos pessoaiseegoístas doshomens. Este sistema organizado diabólicamente seduz o homem, e apresenta o pecado como uma coisa normal e que deve ser praticada para se “aproveitar a vida”. O triste é ver que está dando certo, pois o homem já aceita como correto coisas que antes eram condenadas, como: adultério, traição, alcoolismo, uso de drogas, parceiro (a) de aluguel, justiça com as próprias mãos... Hoje o correto está dando lugar ao errado, o mundo está alterando valores que Deus estabeleceu, por não conhecê-Lo.
O Diabo. O Diabo é o inimigo temido. Alguns nem mesmo gostam de dizer este nome, por achar que atrai coisas ruins. A verdade, porém, é que ele quer te destruir, e está trabalhando 24 horas por dia para isso, você falando ou não falando dele. Satanás era um anjo chamado Lúcifer. Certa vez, desejou ser maior que Deus, por isso Deus o condenou e o expulsou do Céu. Satanás não conseguiu vencer a Deus, e nunca poderá, por isso ele está lutando para destruir os homens. Ele sabe que não pode atingir Deus, e que atingindo os homens ( criação de Deus ) estaráatingindo indiretamente a Deus. Satanás é nosso inimigo, nele não há misericórdia, nem amor, só há ódio e desejo de vingança contra Deus e os homens. A Bíblia o chama de inimigo de nossa alma.
Mas Deus, conhecedor de nossos inimigos, nos preparou armas para vencê-los. Vejamos:Contra a carne devemos usar a arma chamada FUGA. Fugir é a arma de Deus para nosso inimigo interno. Em 2 Timóteo 2:22 está escrito: “Foge dos desejos da sua mocidade...” O apóstolo Paulo estava dizendo a Timóteo que não resistisse ao seu desejo CARNAL, mas que fugisse da possibilidade de realizá-lo. É no período da mocidade que se quer conhecer o mundo sem se importar com as conseqüências futuras, período em que o EU está com força total. Fácil é ver adultos pecando por agir como quando eram jovens. A arma contra a carne é não brincar com ela, mas fugir. Como diz a Escritura: FOGE da aparência do mal.
Contra o mundo, a arma é a mudança de mente. Está escrito: “E não vos conformeis com o mundo, mas transformai-vos pela renovação da vosso entendimento...” Renovar o entendimento é entender as coisas sob o prisma da Palavra de Deus. É conhecer a Palavra, para poder perceber que muitas coisas que o mundo nos oferece constituem pecado e rebeldia contra Deus. É pela Palavra que vamos mudar a maneira de ver e valorizar o mundo que nos cerca, percebendo que este mundo está envolvido pelo mal. A arma é: não aceite o mundo do jeito que Ele é, mas mude seus valores de acordo com os valores que a Palavra de Deus nos dá.
Contra o Diabo a arma é Resistir. Está escrito: “ Resisti ao Diabo e ele fugirá de vós...” Jesus nos deu autoridade em seu nome para resistirmos ao Diabo. Precisamos colocar em prática essa autoridade. Toda vez que você perceber que ele está agindo, diga: Satanás, eu não te aceito, em nome de Jesus, vai embora.
A vitória é possível, mas devemos usar nossas armas corretamente. Muitos nãoas usam por achar esquisito falar com o Diabo para ir embora, se não o está vendo. Muitos resistem a carne e fogem do Diabo. Cada inimigo deve ser combatido com a arma adequada. A vitória é possível, só depende de você.
Cravos foram enterrados nos seus pulsos e tornozelos. A estaca que sustentava o seu corpo abalado e desidratado caíra com um baque surdo na cova preparada para ela. Soldados insensíveis já estavam jogando sortes sobre as suas roupas para dividí-las entre eles. Tendo sido açoitado com tiras de couro com pontas de chumbo, até que a pele, a gordura e os músculos fossem rasgados de suas costas, tendo perdido os fluídos do corpo, os eletrólitos e suor debaixo de um sol ardente, ele se aproxima de suas horas finais de agonia com um físico enfraquecido, destroçado pela dor.
A tortura sem igual da crucificação consiste na sádica oferta de uma escolha entre dois horrores. Ficar dependurado com os braços estendidos durante horas produz caimbras nos músculos do peito, do abdômem e do diagfragma. A respiração se torna difícil e dolorosa e a pessoa ficaameaçada de sufocação. Mas para encher os pulmões de ar é preciso levantaar o corpo, transferindo o seu peso para o cravo que prende os tornozelos e lutando para ficar menos pesado e poder se elevar mais. Quando a dor se torna insuportável, a pessoa volta às caimbras e à sufocação novamente.
A agonia passada por Jesus na cruz do calvário aumenta ao ver aspessoas rindo, blasfemando contra Ele, os soldados repartindo suas vestes, a incredulidade operando nos corações...
Nós percebemos que Jesus recebeu duas sentenças de condenação à morte: a condenação humana e a espiritual. A condenação acima é em cumprimento à sentença dada por Pôncio Pilatos contra Jesus."No ano dezenove de Tibério-César, Imperador Romano de todo o mundo, Monarca invencível na Olimpíada cento e vinte e um, e na Eliada vinte equatro, da criação do mundo, segundo o número ecômputo dos Hebreus, quatro vezes mil cento e oitenta e sete, do progênio do Romano Império, no ano setenta e três, e na libertação do cativeiro deBabilônica, no anomil e duzentos e sete, sendo governador da Judéia Quinto Sérgio, sob o regimento e governador da cidade de Jerusalém, presidente Gratissimo, Pôncio Pilatos; regente na Baixa Galiléia, Herodes Antipas pontífice do Sumo Sacerdote, Caifás, magnos do templo, Alis Almael, Robas Acasel, Franchino Ceutauro; cônsules romanos da cidade de Jerusalém, Quinto Cornélio Sublime e Sixto Rusto, no mês de março e dia XXV do ano presente - Eu, Pôncio Pilatos, aqui presidente do Império Romano, dentro do Palácio e arqui-residência, julgo, condeno e sentencio à morte Jesus, chamado pela plebe - Cristo Nazareno - e galileu de nação , homem sedicioso contra a Lei Mosaica - contrário ao grande Imperador Tibério César. Determino e ordeno por esta que se lhe dê morte na cruz, sendo pregado com cravos como todos os réus, porque congregando e ajustando homens, ricos e pobres, não tem cessado de promover tumultos por toda a Judéia, dizendo-se filho de Deus e Rei de Israel, ameaçando com a ruína de Jerusalém e do sacro templo, negando o tributo a César, tendo ainda o atrevimento de entrar com ramos e em triunfo, com grande parte da plebe, dentro da cidade de Jerusalém. Que seja ligado e açoitado, e que seja vestido de púrpura e coroado de alguns espinhos, com a própria cruz aos ombros para que sirva de exemplo a todos os malfeitores, e que, juntamente com ele, sejam conduzidos dois ladrões homicidas; saindo logo pela porta sagrada, hoje Antoniana, e que se conduza Jesus ao monte público da justiça, chamado Calvário, onde crucificado e morto ficará seu corpo na cruz como espetáculo para todos os malfeitores, e que sobre a cruz se ponha, em diversas línguas este título: Jesus Nazareno Rex Judeorum. Mando, também, que nenhuma pessoa de qualquer estado ou condição se atreva, temariamente, a impedir a justiça por mim mandada, administrada e executada com todo o rigor, segundo os Decretos e Leis Romanas, sob as penas de rebelião contra o Imperador Romano. Testemunhas de nossa sentença: pelas doze tribos de Israel:Rabaim Daniel, Rabaim Joaquim Banicar, Banbasu, Laré Petuculani. Pelos fariseus: Bulliniel, Simeão, Ranol, Babbine, Mandoani, Bancurfosse. Pelos Hebreus: Matumberto. Pelo Império Romano e pelo Presidente de Roma:Lúcio Sextilo e Amácio Chilicio ". ( Sentença pronunciada contr Jesus Cristo - Este documento encontra-se na Biblioteca de Madrid ).
Tudo isto aconteceu para se cumprir as promessas e tornar possível nossa salvação. Deus na cruz provava o seu amor por nós, entregando à morte o Justo pelos injustos, o Santo pelos pecadores, o Perfeito pelos imperfeitos, a Vida pela morte, a Bênção pela maldição... Diante do quadro que Deus pintou com o sangue de Jesus, pergunto a você:Você ama a Deus? Sua vida prova este amor, ou são só palavras vãs ? Se Deus te amasse como você o ama, hoje haveria salvação para você ? Leia 1 João 4:7-11.